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Polícia Júri

Rondonense será julgado nesta quinta-feira (22) por tentativa de homicídio e lesões corporais

Será julgado Luiz Eduardo Turimina que atentou contra a vida de sua ex-companheira

22/04/2021 07h02 Atualizada há 3 semanas
Por: [email protected] Fonte: Redação
Rondonense será julgado nesta quinta-feira (22) por tentativa de homicídio e lesões corporais

O Tribunal Popular do Juri de Marechal Cândido Rondon abre nesta quinta-feira (22) uma serie de quatro sessões de julgamento, todas envolvendo réus presos.

         As reuniões serão realizadas dias hoje (22) amanhã (23) e na semana que vem, dias  29 e 30 de abril, sem a presença de populares , seja de  parentes ou interessados nos julgamentos,  em razão das  restrições impostas por decreto do Tribunal de Justiça do Paraná, que mantém como norte o distanciamento social e a preservação da saúde de todos os participantes da sessão.

Por isso cada  sessão de julgamento será transmitida pelo canal oficial do TJPR no Youtube.

Hoje, por tentativa de homicídio e lesões corporais,  será julgado Luiz Eduardo Turimina.

Consta na  acusação do Ministério Publico que em 16 de agosto de 2020, por volta das 22 horas, a Rua Terezinha  no Bairro Jardim Botafogo, o denunciado Luiz Eduardo Turmina,  atentou contra a vida de  Franciele Daiana dos Santos, pessoa com quem manteve união estável durante 15 anos e da qual estava separado havia 04 meses.

Naquela data  o denunciado chegou na casa onde a vítima vivia com os três filhos do casal e a chamou para fora da residência.

A vítima, receosa de que Luiz entrasse na casa e fizesse algo na presença dos filhos, o atendeu.

Quando ela saiu  da residência, foi agarrada e  conduzida  até uma espécie de garagem ou depósito de ferramentas existente na frente da casa, onde o denunciado teria  dito  que “não havia espaço no mundo para os dois”.

Na sequência, ordenou que a vítima subisse em um toco e, em seguida, enlaçou um fio de energia ao redor do pescoço dela.

 De posse de um objeto metálico, o denunciado ainda disse para a vítima que atiraria nela caso ela não pulasse do toco voluntariamente.

         Conforme a denuncia, o  crime não se consumou   porque a vítima, aproveitando-se que o local estava escuro, saltou do toco e correu antes que Luis Eduardo  fixasse corretamente a extremidade do fio que ele já havia enlaçado em seu pescoço.

Na escuridão do local, a vítima conseguiu correr e fugir pela porta dos fundos da garagem, tendo ela se abrigado no terreno da casa vizinha.

A sessão de julgamento começa logo mais às 9 horas sob a presidência do juiz Clairton Mario Spinassi.

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