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Municípios Toledo

COVID-19: comércio de Toledo suspende atividades voluntariamente devido ao aumento de casos

Alguns bares e restaurantes anunciaram a interrupção de suas atividades com o intuito de contribuir para a diminuição da circulação do coronavírus

08/06/2021 09h27 Atualizada há 2 semanas
Por: [email protected] Fonte: Assessoria
Assessoria
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A sociedade toledana tem sido solidária neste momento da pandemia de Covid-19.

Durante o fim de semana, diversos estabelecimentos comerciais iniciaram, de forma voluntária, um movimento pela vida.

Alguns bares e restaurantes anunciaram a interrupção de suas atividades com o intuito de contribuir para a diminuição da circulação do coronavírus.

Na manhã da segunda-feira (08), o Pronto Atendimento Municipal Doutor Jorge Nunes (PAM/Mini Hospital) tinha 17 pacientes intubados e mais 20 em enfermarias.

A lotação do PAM vem se agravando nos últimos dias e os apelos do prefeito Beto Lunitti e demais integrantes do governo, entre eles o vice Ademar Dorfschmidt, sensibilizaram alguns setores. Por meio de comunicados divulgados em redes sociais e outras mídias, os empresários demonstram preocupação com a situação. 

O responsável por um desses estabelecimentos, Márcio Mendes, afirmou que a empresa optou por suspender as atividades por tempo indeterminado, sensível diante dos apelos das autoridades e das informações sobre o esgotamento dos serviços de saúde. “Peço desculpas aos meus clientes. Peço que se cuidem, usem máscara e álcool em gel e, enfim, que se cuidem”, disse em vídeo que circula nas redes sociais.

Para o prefeito Beto Lunitti, a ação demonstra a preocupação da sociedade com o atual momento da pandemia em Toledo. “As pessoas precisam entender que esta pandemia não é um problema só dos governos. Queremos manter os estabelecimentos comerciais em funcionamento, porém precisamos pensar primeiro nas vidas que poderão vir a se perder por falta de capacidade de atendimento no PAM e nos hospitais que recebem pacientes nas UTI’s”, comentou. 

O vice-prefeito Ademar Dorfschmidt completou dizendo que esse problema não é exclusivo do setor público. “As filas também acontecem em estabelecimentos com atendimento para convênios e particulares. Já temos as estruturas física e humana sem condições de atender mais. Os medicamentos estão com baixo estoque e quando conseguimos comprar os preços são muito superiores aos praticados anteriormente”, frisou.

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