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Geral Nova Ferroeste

Deputado Hussein Bakri e prefeitos do Oeste debatem em Curitiba projeto da nova Ferroeste

Foram apresentados detalhes do projeto da Nova Ferroeste, que vai conectar Paranaguá a Maracaju (MS)

21/06/2021 17h52 Atualizada há 1 mês
Por: [email protected] Fonte: Assessoria
Assessoria
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Foi realizado nesta segunda-feira (21) mais um encontro de uma agenda de reuniões do Grupo de Trabalho do Plano Estadual Ferroviário com prefeitos dos municípios abrangidos pelo projeto da Nova Ferroeste.

Participaram o deputado Hussein Bakri (PSD), gestores de 9 cidades do Oeste do Paraná e técnicos da Secretaria de Infraestrutura.

O objetivo desses encontros é debater a nova ferrovia e antecipar correções que forem necessárias ao projeto da obra. “Mais uma vez, o governador Ratinho Junior e o secretário Sandro Alex demonstram respeito aos municípios e também ao setor produtivo, que aguardam esse projeto há décadas para o Estado poder dar um dos maiores saltos de desenvolvimento econômico de sua história. E apresentar aos prefeitos os primeiros levantamentos em relação ao traçado e à capacidade da nova ferrovia é um passo muito importante para ouvir contribuições e, se for o caso, corrigir eventuais problemas já no projeto de engenharia”, afirmou Hussein Bakri, que é Líder do Governo na Assembleia Legislativa e representante oficial de mais de uma dezena de municípios do Oeste do Estado.

Presencialmente ou de forma virtual, participaram da reunião os prefeitos Mario Weber (Campo Bonito), Laurindo Sperotto (Céu Azul), Heraldo Trento (Guaíra), Osmário Portela (Guaraniaçu), Viviane Comiran (Ibema), Maximino Pietrobon (Matelândia), Antônio França (Medianeira), Motta (São Miguel do Iguaçu) e Chico Brasileiro (Foz do Iguaçu).

 No encontro, eles conheceram detalhes do projeto da Nova Ferroeste, que vai conectar Paranaguá a Maracaju (MS), unindo dois dos principais polos exportadores do agronegócio brasileiro.

Serão 1.285 quilômetros de extensão no segundo maior corredor de exportação de grãos e contêineres do Brasil, com capacidade para a movimentação de 26 milhões de toneladas no primeiro ano de funcionamento.

A expectativa é que os estudos de viabilidade sejam finalizados em setembro, e os estudos de impacto ambiental em novembro.

 Com isso, a ideia é colocar a ferrovia em leilão na Bolsa de Valores de São Paulo logo na sequência.

O consórcio que vencer a concorrência será também responsável pelas obras, com custo estimado de R$ 25 bilhões. “É o maior projeto estruturante que temos no Estado, um grande sonho do setor produtivo, algo que há muitas décadas foi discutido, mas que nunca chegou realmente a um estudo aprofundado, a um levantamento técnico ambiental, a um estudo de viabilidade como chegamos neste Governo”, tem afirmado o secretário Sandro Alex.

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