Divulgada a identidade do padre acusado de estupro de vulnerável

Genivaldo Oliveira dos Santos, de 42 anos, é o nome do padre,  preso no último domingo (24) em Cascavel,  suspeito de estupro de vulnerável.

Ele atuava como sacerdote há 12 anos em diferentes cidades da região.

Em nota a  Arquidiocese de Cascavel confirma que  ele trabalhou em paróquias no norte da cidade, em Boa Vista da Aparecida e, mais recentemente, na cidade de Santa Lúcia.

Na Igreja, ele foi tesoureiro da Arquidiocese e assessor eclesiástico da Pastoral da Sobriedade.

 Em 2015, concluiu graduação em Teologia pela Faculdade Missioneira do Paraná.

Além da atuação religiosa, Genivaldo também oferecia “terapias complementares” em uma clínica de Cascavel, prática que a Polícia Civil do Paraná  classificou como exercício ilegal da medicina.

A polícia afirma que, segundo os depoimento colhidos durante a investigação, o caso mais recente de abuso sexual ocorreu há cerca de duas semanas no local onde o padre atendia como terapeuta.

O padre também atuou em meios de comunicação.

Em nota a  defesa do padre  Genivaldo afirma  que a investigação se baseia “essencialmente em depoimentos orais”, que a manifestação ocorrerá no processo e que a análise dos materiais apreendidos durante a operação da polícia “vai ajudar a mostrar a verdade sobre os fatos”.

O padre é investigado por ser suspeito de praticar abusos sexuais. Entre as seis vítimas apontadas pela polícia até o momento estão jovens da comunidade católica e adolescentes em situação de vulnerabilidade.

Ele foi preso por policiais do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), que também cumpriram um mandado de busca de apreensão na casa onde residia.

Segundo a polícia, ele está sendo investigado desde o dia 16 de junho deste ano.

         Nesse período 15 pessoas foram ouvidas .

 Dentre elas, seis vítimas foram identificadas.

 O relato de outras duas possíveis vítimas está em análise.

Segundo a polícia, a prisão temporária do padre foi decretada porque ele estava tentando entrar em contato de forma insistente com vítimas e testemunhas.

Com informações e foto G1Paraná

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